Começarei essa estória com uma narração, que tentarei ser breve.....XD
Bom, estava pensando.Deis do começo do mundo, e quando digo mundo, me reviro ao seu mundo.O meu sempre existiu.A verdade é dita como a real verdade.Uma verdade que trouxe mortes, caos, afastamentos, falsas verdades e etc.
Durante séculos e mais séculos, se deve com paramento dessa verdade a historia.Essa historia escrita por Homens.Que por si só já seria uma grande mentira.Sim, devo dizer, que alguns Homens durantes esses períodos tentaram, de alguma forma, mais quase sem nenhum sucesso, tentar transmitir algumas reais verdades.
Mas como se tem na historia, foram caçados e mortos.Condenados, por ver as coisas como são.
Você deve se pergunta, que bando de baboseira é essa.Certo?Bem, é difícil de explicar, são anos e anos que vocês vivem as escuras.Desculpe, mas vocês são burros.
O que tenho a dizer, será a real Verdade.E preparem se.A verdade a muitos será completamente devastadora.Mas não os culpo, pois afinal, a Verdade sempre foi sombreada.
Então, entrem, se acomodem em suas cadeiras.Não abrem as cortinas se não quiserem ver como é o seu Mundo.A não ser que vocês tenha um bom estomago.E relaxem.Porque a viagem será um pouco longa, e há muito o que se dizer e esclarecer.
O Trem da Morte
Estação das Sombras
Se você esta aqui, é porque você morreu...hahahaha
Estavam todos em uma típica estação do interior.Havia alguns bancos espalhados, luminárias acessas.Muitas pessoas circulando, algumas chorando, outras guetas.Tinha aquelas que estavam a cair na risada.
Na plataforma havia um grande trem.Estilo antigo, porem com aspecto de bem novo.Não parecia ser tão diferente dos normais.
Mas quando me aproximei mais, percebi que este lugar não poderia ser chamado de normal, ainda mais esse trem.
Ele era todo negro prateado. Na frente 6 cães enormes.Não.Eram 2, mas cada 1 com 3 cabeças.Não seria o famoso Cérbero?
Eles estavam soltos, o que era estranho, mas ao mesmo tempo conectados ao trem.Ao que me parecia, estavam presos por uma espécie de nuvens.
O trem era adornado com símbolos, esses desconhecidos por mim.De uma torre, ele expelia uma fumaça branca.
Ele era grande, eu não conseguia ver o final do trem.Talvez porque estivesse muito escuro e o trem ser negro como a noite.
Um detalhe despercebido no começo, me fez retornar para a visão da torre.Encostado nela, estava ao que me parecia, um homem.Trajado com uma capa branca, uma foice encostada em seu ombro direito.Não consegui ver seu rosto.Mas tive a impressão de ele estar me olhando meso que seu rosto estivesse em linha do horizonte.
Uma porta estava aberta no trem.E uma mulher estava parada ao lado esquerdo da porta.Tinha cabelos vermelhos curtos.Olhos totalmente brancos.Um belo corpo.Seria linda se não fosse...esquisita.
sábado, 16 de janeiro de 2010
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Herois??
Aproximam se, além da terra do paraíso, nos campos áridos, existe povos em busca da paz. Torna se um ser amante, vitorioso, senhor acima do Demônio. Erga seu espírito, pegue suas armas e torna se um Herói. Realize seus sonhos, aliste agora mesmo. Seja um Guerreiro de Deus.
Empenhados por esse desejo, esse sonho, jovens almas se elevam em busca desse tal sonho. Pelo pais, pela minha pátria, irei me torna um Herói. Não se preocupe minha família, claro, eles não se preocupam, pois partilham desse desejo.
Eu irei, mas voltarei, sim eu voltarei. Irei trazer comigo a Vitoria trajada em roupas de gala.
No peito e na cabeça, a certeza é certa. Enfrentarei o campo beijado pelo solo ao vento, irei enfrentar os temores, e voltarei como Herói.
Vira se, marche como um relógio certo. Abraço, beijos, um xau breve. Olhos de oceano, mas cabeça certa.
Adeus, não, não um Adeus. Apenas um breve. Assim entro em caminhos do Heroísmo.
Solo...tic TAC tic TAC tic BOOMMMMMMM
E o filme em preto e branco aparece essa noite.Tempos corridos em segundos. Sonhos quebrados em milésimos. Sim aquele Adeus não era apenas um breve, mas sim um Adeus final.
No regresso, a espera dos Heróis, todos chegam. Como objetos preservados em suas embalagens, eles chegam. Todos estão e não estão.
Oh sim, agora vem os gritos, os oceanos de tristezas espalhados pelos olhos.
Para todos a palavra do Sr será dita:
-É com grande pesar que lhe informo, os bravos Heróis, sim Heróis, estão em descanso.
Sim, Heróis, e que diga desses Heróis, e lhes trago a lembrança deles em uma peça brilhante, vestida de gala.
E no fim...
Aproximam se , além da terra do paraíso, nos campos áridos, existe povos em busca da paz. Torna se um ser amante, vitorioso, senhor acima do Demônio. Erga seu espírito, pegue suas armas e torna se um Herói. Realize seus sonhos, aliste agora mesmo. Seja um Guerreiro de Deus.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Não pensei em um Título
As trombetas soam pelo ar pesado e carregado de agonia.Pensamentos perdidos e longes.Corpo pesado, cansado, exausto de tanto ter que ser.Você me diz:Vamos já esta no fim.Mas são apenas novas mentiras.Falsas verdades.Criou se o mundo cheio delas.Pessoas maquinas, carregadas em seus cérebros com falsos programas.
Programadas para serem e acreditarem no que outros, aqueles outros quiserem.Caindo cada vez mais em um buraco profundo da ignorância humana.Mas você me diz: Esta chegando.
Maldito seja você, que fica ai dizendo isso, enquanto eu fico a lutar a cada dia.Não é fácil viver entre o lixo.Eu me pergunto se Viverei ou irei Morrer.Viver ou Morrer?Pro inferno todo esse caminho, já estamos todos mortos.Apenas andamos através de correntes.
É isso ai seu imprestável, mova se, corra e grita.Já que estamos na merda, já que estamos a caminho do fim, vamos ao fim lutando.O que achas disso?Vai continua dizendo , já estamos chegando?
Silencio.
Programadas para serem e acreditarem no que outros, aqueles outros quiserem.Caindo cada vez mais em um buraco profundo da ignorância humana.Mas você me diz: Esta chegando.
Maldito seja você, que fica ai dizendo isso, enquanto eu fico a lutar a cada dia.Não é fácil viver entre o lixo.Eu me pergunto se Viverei ou irei Morrer.Viver ou Morrer?Pro inferno todo esse caminho, já estamos todos mortos.Apenas andamos através de correntes.
É isso ai seu imprestável, mova se, corra e grita.Já que estamos na merda, já que estamos a caminho do fim, vamos ao fim lutando.O que achas disso?Vai continua dizendo , já estamos chegando?
Silencio.
Segundos....
Já era tarde, quase umas duas horas da manhã.Quase não havia movimentação nas ruas.O que era estranho, plena sexta feria e parecia que tudo estava dão morto.Ouvia se apenas o som de um radio ligado em um bar na esquina.Que por sinal estava vazio.O tempo estava aberto sem nenhuma nuvem como testemunha.A lua estava pela metade.
Parado na esquina, havia um homem, cigarro entre os dedos, um relógio no pulso. Um autentico rolex prateado, grosso e elegante. Havia apenas ele é um cachorro do outro lado da rua, ambos se observavam.
Um vento sopro, um raio caiu, e do outro o lado o cão já estava morto.O homem mantinha se parado, despreocupado.Observou que vinha subindo a rua uma jovem mulher.Cabelos ruivos, pele clara.Vestida com uma causa e uma camisa solta.
Ela por um momento percebeu o home parado na esquina fumando.Um medo estranho subiu de seu estomago e parou na garganta.Ela pensa: É apenas um homem qualquer parado em uma esquina qualquer fazendo qualquer coisa.Porque ter medo?
Antes ela tivesse visto o cachorro morto do outro lado da rua, teria dado ela mais um aviso de corra e sobreviva.
Mas as pessoas não observam certas coisas.Não, elas deixam muita coisa passar.O homem ainda parado, se mantém despreocupado.Ela avança rua acima, passa por ele sem olhar.Não queria nenhum contato visual que poderia dar um alerta ao homem.
Só que ele acompanha ela com o olhar, e pelo canto do olho ela percebe isso.Percebe o homem soltando uma ultima fumaça, jogando o cigarro na rua e arrumando o corpo para uma possível investida.
Ela quer andar mais rápido, quer correr, o cérebro le avisa, corra se salve.Mas o corpo é lento, lento de mais para atender a rapidez do cérebro.Mas agora já não adianta mais.E tudo acontece.
Parado na esquina, havia um homem, cigarro entre os dedos, um relógio no pulso. Um autentico rolex prateado, grosso e elegante. Havia apenas ele é um cachorro do outro lado da rua, ambos se observavam.
Um vento sopro, um raio caiu, e do outro o lado o cão já estava morto.O homem mantinha se parado, despreocupado.Observou que vinha subindo a rua uma jovem mulher.Cabelos ruivos, pele clara.Vestida com uma causa e uma camisa solta.
Ela por um momento percebeu o home parado na esquina fumando.Um medo estranho subiu de seu estomago e parou na garganta.Ela pensa: É apenas um homem qualquer parado em uma esquina qualquer fazendo qualquer coisa.Porque ter medo?
Antes ela tivesse visto o cachorro morto do outro lado da rua, teria dado ela mais um aviso de corra e sobreviva.
Mas as pessoas não observam certas coisas.Não, elas deixam muita coisa passar.O homem ainda parado, se mantém despreocupado.Ela avança rua acima, passa por ele sem olhar.Não queria nenhum contato visual que poderia dar um alerta ao homem.
Só que ele acompanha ela com o olhar, e pelo canto do olho ela percebe isso.Percebe o homem soltando uma ultima fumaça, jogando o cigarro na rua e arrumando o corpo para uma possível investida.
Ela quer andar mais rápido, quer correr, o cérebro le avisa, corra se salve.Mas o corpo é lento, lento de mais para atender a rapidez do cérebro.Mas agora já não adianta mais.E tudo acontece.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Divã
-Porque o Sr esta aqui?
-Bem doutor, ando me sentindo culpado, com um vazio no peito.
-Mas porque?
-Não sei, mas minhas vitimas não me satisfazem mais.Não tem a mesma emoção de antes.
-Hum interessante, isso começo quando?
-Na ultima Lua cheia, em um bairro aqui próximo.Matei mais de 5, e nenhum fez efeito.Não queria para, foi difícil.
-Nossa, curioso esse caso.O que fez você parar?
-A lua Doutor.A lua.Ela me ilumino tanto, vermelha, grande.Ela ofusco qualquer pensamento de violência que eu tinha naquela hora.Foi magnífico.
-Estranho, nunca ouvi falar de alguém como você que admire ela.Todos a odeiam.
-Aff, puros idiotas Doutor, não sabem o que perdem.Vivem reclamando, chorando.Não sabem aproveita.
-Legal, mas quanto ao seu caso, não sei o que é.Infelizmente você continuara a matar.Afinal, é o que vocês fazem não?!
-É Doutor, acho que sim.Por falar nisso, que horas são?
-Quase 18H.Porque?
-Sabe o que acontece as 18h?
-Não, o que?
-Escurece Doutor, e no escuro vem ela e com ela minha fome.
-Bem doutor, ando me sentindo culpado, com um vazio no peito.
-Mas porque?
-Não sei, mas minhas vitimas não me satisfazem mais.Não tem a mesma emoção de antes.
-Hum interessante, isso começo quando?
-Na ultima Lua cheia, em um bairro aqui próximo.Matei mais de 5, e nenhum fez efeito.Não queria para, foi difícil.
-Nossa, curioso esse caso.O que fez você parar?
-A lua Doutor.A lua.Ela me ilumino tanto, vermelha, grande.Ela ofusco qualquer pensamento de violência que eu tinha naquela hora.Foi magnífico.
-Estranho, nunca ouvi falar de alguém como você que admire ela.Todos a odeiam.
-Aff, puros idiotas Doutor, não sabem o que perdem.Vivem reclamando, chorando.Não sabem aproveita.
-Legal, mas quanto ao seu caso, não sei o que é.Infelizmente você continuara a matar.Afinal, é o que vocês fazem não?!
-É Doutor, acho que sim.Por falar nisso, que horas são?
-Quase 18H.Porque?
-Sabe o que acontece as 18h?
-Não, o que?
-Escurece Doutor, e no escuro vem ela e com ela minha fome.
domingo, 10 de maio de 2009
Demonio
Tenho sonhando muitas noites,visto a lua frente aos meus olhos.No campo que segue no espaço, apenas o silencio me acompanha.Fecho os meus olhos e digo:
-Adeus.
O herói morreu, meu sacrifício já não é necessário.O grito me acorda, e vejo que estou com as mão fechadas em punho.Serro os dentes, a dor vem como a queda de uma cachoeira.Corro, mato a besta, mas quem era a besta?De joelhos no chão, poça de água aos meus olhos.E lá esta a besta.Me encarando, observando a minha dor.O Herói caído.A besta sorri.Feliz eu acho.Mas quem é a besta?Punho ao chão, a besta some.Acertei a besta?Paro e penso, a besta sou eu.Meu demônio interior.Um pesadelo sem fim.Um sorriso plaina em minha face.Como sou tolo, como irei matar aquilo que sou.Isso é o que eu sou.Uma besta, fera indomada, um demônio.Penso, sonho, será isso mesmo?Sim será, porque assim sou e assim serei.O campo negro e vazio ao horizonte, é apenas minha mente, perdida no espaço.E como espectadora apenas a Lua, aquela que me guia.O Herói hoje morre.Não a salvação para quem não quer ser salvo.Aliais, quem conseguiria se salvar de si próprio?!
O Grito ecoa novamente, agora o grito do Demônio.
-Adeus.
O herói morreu, meu sacrifício já não é necessário.O grito me acorda, e vejo que estou com as mão fechadas em punho.Serro os dentes, a dor vem como a queda de uma cachoeira.Corro, mato a besta, mas quem era a besta?De joelhos no chão, poça de água aos meus olhos.E lá esta a besta.Me encarando, observando a minha dor.O Herói caído.A besta sorri.Feliz eu acho.Mas quem é a besta?Punho ao chão, a besta some.Acertei a besta?Paro e penso, a besta sou eu.Meu demônio interior.Um pesadelo sem fim.Um sorriso plaina em minha face.Como sou tolo, como irei matar aquilo que sou.Isso é o que eu sou.Uma besta, fera indomada, um demônio.Penso, sonho, será isso mesmo?Sim será, porque assim sou e assim serei.O campo negro e vazio ao horizonte, é apenas minha mente, perdida no espaço.E como espectadora apenas a Lua, aquela que me guia.O Herói hoje morre.Não a salvação para quem não quer ser salvo.Aliais, quem conseguiria se salvar de si próprio?!
O Grito ecoa novamente, agora o grito do Demônio.
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